O projetar com um olhar centrado nas pessoas, embutido de maneira inseparável na palavra Design, não pode tomar outra forma que não a de um emaranhado de histórias que se entrelaçam.
Histórias de pessoas que ilustram cenários, que se conectam entre-si para denunciar modelos de negócios que juntos explicam corporações. Histórias.
É uma pena que grande parte de nossa capacidade nativa de contar histórias tenha sido levada na enxurrada de dados e fatos que acometeram essa e outras gerações passadas.
Somos todos contadores de histórias, sempre fomos, sempre seremos. Podemos até não exercer a habilidade de contar histórias, mas não temos como não exercer o desejo primitivo de querer ouvi-las.
A foto mostra uma sessão de Role Playing Game (RPG), na live|work, entre nossa equipe. Para quem não conhece uma boa sessão de RPG é o que existe de mais perto do teatro.
Personagens fictícios, interpretados pelos jogadores, vivenciando um mundo fantasioso que é narrado em tempo real por um contador de histórias, que por sua vez, se baseia em um framework pré-concebido que lhe dá um bom terreno fértil para construir narrativas.
Só tem uma forma de se tornar um bom storyteller: Mergulhando e praticando.
Sessão de RPG na live|work. Jogando no mundo bizarro de Ravenloft.
Assassin "pilotado" pelo Luis (rosto do próprio)
Sacerdote controlado pelo Marcos... (detalhe também para o rosto)




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